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A SABEDORIA É UM REFLEXO DA LUZ ETERNA (V. Sb 7,26)

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O purgatório: lugar de purificação

(conforme ensinamento de Maria a Consuelo)

terça-feira 1 de Novembro de 2016

Novembro é o mês em que os devotos de Maria rezam o terço pelas "almas do purgatório", isto é, por aqueles que já partiram deste mundo e estão no purgatório. O que é que isso significa?

"«Nada de profano entrará no céu» [1]

O purgatório é um lugar de purificação. Há diversos níveis de purificação, tal como há múltiplas vias purificadoras.

As sagradas Escrituras não falam destes lugares de uma forma precisa e eu tenho em conta o que está escrito, "sem ir mais além do que deveria sobre mistérios que o homem agora não poderia atingir" [2]. Deter-me-ei nesta citação do Antigo Testamento: "O Senhor, o Senhor! Deus misericordioso e clemente, lento para a cólera e cheio de amor e piedade, que mantém o seu amor por mil gerações, que perdoa a iniquidade, a rebeldia e o pecado, mas não os deixa impunes" [3]. No Apocalipse também se diz: "Nada de profano entrará no céu" [4].

Se tiverdes tudo isto em conta, podereis compreender que o homem que morre na graça de Deus não pode, em justiça, ir "para o lago de fogo e enxofre" [5], e, se a sua alma não estiver clara, limpa e transparente, para onde irá? É claro que o seu lugar é o purgatório e, através de uma etapa purificadora, "a alma brilhará mais que o próprio sol" [6]. Ela será como "um querubim de inigualável beleza" [7].

Caríssima filha: Nos meus ensinamentos emprego sempre termos humanos e aproximo a sublime grandeza de ordem espiritual à linguagem do homem simples, sem mais ciência que a nobreza do seu coração. Certamente esta simplicidade não o levará à cátedra nem fará dele um mestre ilustre; mas acredita, isso não é necessário; pois devo dizer-te para alívio dos mais simples e com menos ciência, para honra dos humildes e para glória Daquele que escolheu o que não é para anular o que é, que "a sabedoria deste mundo é loucura aos olhos de Deus" [8], que "apanha os sábios na sua própria astúcia" [9]. Assim pois, falarei "com simplicidade para não desvirtuar a cruz" [10] e para me fazer entender pelos simples.

Os males do homem vêm do pecado

Eu quero que os meus filhos não tenham um conceito erróneo nem equivocado de Deus, nem pensem que o Senhor é um Ser vingativo e justiceiro que "tem prazer no extermínio" [11]. Deus me conceda "falar como Ele quer" [12] e conceber pensamentos claros e transparentes, "como a luz do meio dia" [13], para que com eles possa iluminar o vosso entendimento.

Muitos homens deste século abominam Deus e com ditos insolentes culpam-no de todas as suas desgraças. Revoltam-se e pedem contas a Deus dos seus fracassos, das doenças, da pobreza, da fome, das guerras e da morte. "Guardai-vos pois do murmúrio inútil, preservai a vossa língua da maledicência; que a palavra mais secreta não se pronuncia em vão e a boca mentirosa mata a alma" [14]. Não procureis Deus para o culpar do "extravio da vossa vida, não atraiais a morte com as obras das vossas mãos; pois que não foi Deus quem fez a morte nem se diverte com a destruição dos viventes; Ele criou tudo para que subsistisse" [15]. Porque "Deus criou o homem para a incorruptibilidade, fê-lo à imagem da sua própria natureza; mas por inveja do diabo a morte entrou no mundo" [16]. "Os ímpios chamam a morte com as obras e as palavras; por ela se consomem, crendo-a sua amiga e fazem pacto com ela, pois bem merecem que a morte os tenha por seus" [17].

"Por inveja do diabo entrou o pecado no mundo" [18]. O homem tinha saído em estado de graça das mãos do Criador e era como "um querubim de inigualável beleza" [19]. "Não havia nele veneno de morte nem o império do Hades reinava sobre a terra" [20], porque "Deus o criou em justiça e santidade" [21]. Mas o homem ao deixar-se seduzir pelo diabo, ofendeu gravemente a Deus, bondade infinita. Degradou a sua alma, perdendo a beleza e a formosura, e ao mesmo tempo quebrou o harmonioso equilíbrio que havia entre toda a criação. "Porque o Espírito do Senhor enche a terra e a tudo mantém unido" [22].

Jesus salva o homem com a sua Paixão e morte

Com o seu pecado, o homem tinha caído na mais abominável armadilha, no mais profundo abismo, do qual nunca teria saído, pelos seus próprios meios, porque a ofensa era dirigida a Deus, e o homem, um ser finito, não podia reparar a culpa cometida contra o Senhor, Deus infinito. Compadecido das misérias humanas, Deus Pai, todo amor, entregou o seu único Filho; e o Verbo divino, segunda Pessoa da Santíssima trindade, fez-se Homem, sem deixar de ser Deus. Desta forma Jesus sofreu como homem, no seu Corpo físico e perdoou como só Deus pode perdoar.

"Voltemos agora os olhos para Aquele que foi trespassado pelos delitos dos homens" [23] e escutemos as palavras do profeta que diz: "Não tinha aparência nem presença; (vimo-lo) e não tinha aspecto que pudéssemos estimar. Era desprezado e abandonado pelos homens, um homem sujeito à dor, familiarizado com a enfermidade, como uma pessoa de quem todos escondem o rosto; desprezado, não fazíamos caso nenhum dele. E no entanto, eram as nossas enfermidades que Ele levava sobre si, as nossas dores que Ele carregava! Nós o tivemos como vítima de castigo, ferido por Deus e humilhado. Ele foi trespassado por causa das nossas transgressões, esmagado em virtude das nossas iniquidades. Ele suportou o castigo que nos traz a paz, e pelas suas feridas fomos curados. Todos nós como ovelhas, andávamos errantes, seguindo cada um o seu próprio caminho, e o Senhor fez cair sobre Ele a culpa de todos nós. Foi maltratado, mas livremente se humilhou e não abriu a boca, como um cordeiro conduzido ao matadouro; como uma ovelha que permanece muda na presença dos tosquiadores, Ele não abriu a boca" [24].

Jesus morre na cruz "para libertar o homem da escravidão do pecado" [25] e para o salvar das penas do inferno. Mas a morte de Cristo não é uma morte normal; o seu sacrossanto corpo está terrivelmente flagelado, cruelmente ferido, os seus membros totalmente disformes e sem nenhuma parecença humana.

Fealdade e sequelas do pecado

E "quando eu for elevado ao alto, atrairei todos os olhares para mim" [26]. Cravo os meus olhos neste Cristo moribundo que em silêncio instruiu a minha alma, e medito sobre "o amor do Pai, que entregou o seu Filho único" [27] para a salvação do mundo. E recebo elevados ensinamentos nesta cátedra do amor divino.. Deter-me-ei em dois deles. O primeiro, a espantosa fealdade "do pecado, que gera a morte" [28] do homem, "criado para a vida" [29]; e o segundo - que é o de que me ocupo agora - não é a morte em si mesma, mas as sequelas que o pecado grave provoca na alma.

Esta deformação que os membros do corpo de Cristo apresentam, as suas chagas, feridas e contusões, não são outra coisa que a prova fidedigna dos estragos que o pecado causa na alma. Todas as lesões têm sentido, e uma a uma te estão a dizer: olha e aprende; não foi apenas a minha morte que provocaste com os teus pecados; contempla o meu corpo e poderás ver as lesões que as tuas culpas graves deixaram impressas na tua alma.

"Com a minha morte dei-te a vida" [30], e o que eu disse ao cego de nascença digo-to a ti: "Vai lavar-te na piscina de Siloé" [31] para que "as tuas vestes recuperem a brancura original, e a tua nudez não apareça diante dos meus olhos" [32]. Porque o banquete está preparado, mas os convidados devem ser dignos. Não te aconteça a ti como àquele comensal que foi ao banquete sem traje adequado: "O rei entrou para ver os convidados e, ao notar que estava ali um que não tinha o traje nupcial, disse-lhe: Amigo, como entraste aqui sem traje nupcial?" [33]. E o rei pediu que o lançassem fora.

Para assistir às bodas do Cordeiro imaculado, a alma deve trocar os seus trapos sujos e esfarrapados por "uma veste branca, de uma brancura resplandecente" [34], e esta troca não é possível sem a alma passar por uma etapa de purificação.

O pecado dá origem a grandes males, e estas são as três vertentes do mal, que se podem observar no Gólgota. A primeira é a morte, consequência do pecado.

A segunda são as cruéis lesões no corpo de Cristo, figura das reminiscências, vestígios ou relíquias que o pecado deixa na alma. Estas sequelas não desaparecem, a não ser pela prova purificadora, a qual é uma contribuição ou uma adesão do homem para a sua salvação. A obra redentora é superabundante; a conta foi saldada e os pecados esquecidos, mas há uma parte da sua expiação que pertence ao homem pagar neste mundo ou no outro.

A terceira vertente do mal vai contra a natureza, porque o pecado rompe o equilíbrio harmónico que deve existir em toda a criação, e perante este atentado a terra treme, fende-se e rompe em pranto.

O homem, quando peca, ofende a Deus, degrada-se a si mesmo e degrada a sua espécie. Em todos estes desastres o grande prejudicado é sempre o homem, que não tem em conta que "o pecado só gera a morte" [35].

"A qualidade da obra de cada um será provada pelo fogo. Se a obra de alguém, construída sobre o fundamento, resistir, receberá a recompensa. Aquele, porém, cuja obra for queimada sofrerá a pena. Ele, não obstante, ficará a salvo, mas como quem passa pelo fogo" [36]. Este fogo não é um fogo de castigo, mas um fogo "purificador" [37], pois se fosse o fogo do inferno, não se diria "ficará a salvo", porque quem tem a infelicidade de cair no fogo eterno, jamais terá salvação.

Muitas almas têm o seu purgatório na terra. Os homens por vezes queixam-se dos sofrimentos, das doenças, da pobreza e de um sem fim de misérias humanas. Muitas vezes revoltam-se contra Deus! E dizem desesperadamente: Por quê a mim? Apenas vêem na cruz um sinal de castigo, quando na realidade se trata de um dom e de uma graça que, se o pudessem compreender, apressar-se-iam a dar graças por tal eleição divina.

Todos os sofrimentos oferecidos como expiação dos pecados são "unguento saudável que cura e cicatriza as feridas" [38] ou pequenas lesões, que toda a falta infringe na alma. A cruz abraçada com amor e e aceite com fé, realiza o portentoso milagre de transformar o homem. O ferro forja-se, dobra-se e molda-se, na bigorna, ao génio do artífice; e o disforme adquire forma, graça e beleza à força de golpes e a elevadas temperaturas.

O que a alma paga no purgatório não é o pecado cometido contra o Altíssimo, pois o homem, mesmo que quisesse, não pode ressarcir a divindade pelos seus pecados, porque é humano, e o ofendido é divino. Jesus morre pelos pecados dos homens, , pagou por todos, a conta está saldada, e de tal forma que o Senhor diz: "Se o malvado se converter, nenhum dos pecados que cometeu lhe será mais lembrado" [39]. Mas o pecado recai sobre a alma e deixa-a disforme e gravemente ferida. Os pecados perdoam-se pelo sacramento da Penitência quando o penitente está arrependido; mas ficam sempre reminiscências, marcas e relíquias dos mesmos, e estas cicatrizes são as que há que curar, "purgar e purificar" [40] antes de entrar no céu, pois "ali não entrará nada contaminado" [41].

O purgatório não é um castigo, mas uma purificação

O purgatório não é um castigo imposto por Deus às almas. É uma via purificadora que as almas, conscientes da justiça e da santidade divina, aceitam com amor.

Já te falei de como a alma, perante a proximidade de Deus, adquire uma grande sabedoria e ciência; ela tem, por via do conhecimento de Deus, um verídico sentido da justiça. Vê a sua vida em três vertentes: passado, presente e futuro; como num espelho, tudo se mostra aos seus olhos interiores e, vendo a sua infelicidade passada, busca ansiosamente um lugar adequado para a sua purificação. "Amor e verdade encontram-se, abraçam-se justiça e paz" [42] e decretaram que a alma, para se assemelhar a Deus, Ser puríssimo, deve passar "como o ouro pelo crisol" [43] e, tal "como se refina a prata" [44] assim ela deve ser purificada. O purgatório é uma grande graça, mais um acto de amor e de misericórdia de Deus.

Bem-aventurados aqueles que devem morar no purgatório, porque ir para esse lugar é ter o céu assegurado. Conhecendo a fragilidade humana, e a sabedoria e astúcia do Maligno, os seus insidiosos ataques, as suas armadilhas e ardis de cínico e embusteiro, é quase impossível ao homem sair da encruzilhada da vida sem alguma vez ter caído na sufocante rede do pecado. Nos planos salvíficos e redentores, o purgatório situa-se como uma obra de misericórdia onde a alma "lava as suas vestes e as branqueia" [45]. Tudo será submetido à prova e "nenhum mortal poderá apresentar-se perante Deus com as mãos vazias" [46]. "A justiça de Deus não é como a justiça dos homens, porque o homem apenas vê as aparências, mas Deus vê o coração" [47]. Posso dizer-te, minha filha, que é muito difícil ir para o céu sem passar pelo purgatório.

Muitas almas que actualmente honrais como santas passaram por grandes provas no purgatório. Não permaneceram nele durante muito tempo, mas os seus padecimentos foram intensos. E que tinham elas que purificar, se eram almas eleitas, muito gratas a Deus? Muitas coisas que julgais como pequenas, mas que aos olhos de Deus não o são. "Olhai que vos estou a avisar" [48] para que não vos aconteça como a elas. Muitas sofreram tormentos indescritíveis por esquecerem "como deve ser o comportamento na casa de Deus, que é a igreja do Deus vivo, coluna e fundamento da verdade" [49]. A irreverência ou falta de respeito, falar e fazer falar, e a faltas de modéstia, tanto no vestir como nos sentidos, todas estas faltas "se choram amargamente" [50]; o tempo desta purificação é curto, mas a dor é intensa. Não esqueçais nunca que "o Senhor está no seu santo templo: silêncio perante Ele, ó terra inteira!" [51].

O purgatório através das chamas ou do "fogo purificador" [52] é uma dor constante, mas as almas sofrem estas penas com amor e esperança porque sabem que no final as aguarda a felicidade eterna. É, portanto, um dom da providência divina poder ir para o purgatório, porque o tempo passa depressa e depois virá a coroa de glória. Nesse dia maravilhoso tornar-se-á numa realidade o que está escrito: "Um dos Anciãos tomou a palavra e disse-me: «Estes que estão trajados com vestes brancas, quem são e de onde vieram?» Eu respondi-lhe: «Meu Senhor, és tu quem o sabe!» Ele, então explicou-me: «Estes são os que vêm da grande tribulação: lavaram as suas vestes e branquearam-nas no sangue do Cordeiro»" [53].

Lei compensatória

O que é a comunhão dos santos? É a partilha dos bens espirituais entre todos os membros que formam a Igreja. O primeiro bem sublime são os méritos infinitos da Paixão e morte do Redentor. "Cristo é a cabeça do Corpo, que é a Igreja" [54], e todos os membros "unidos à Cabeça" [55] participam da sua vida divina, dos seus dons e das suas graças, sacrifícios, orações, jejuns e penitências.

Tudo o que Jesus fez a favor dos homens é um tesouro de infinito valor espiritual que beneficia, não só a Igreja militante, também a Igreja purgante partilha estes bens. O céu, Igreja triunfante, intercede a Deus pelos membros da Igreja peregrina para que cheguem ao conhecimento da "verdade plena" [56]. Os santos do céu intercedem pelas benditas almas do purgatório. Há entre todos os membros da Igreja comunhão de bens espirituais.

As missas oferecidas pelos defuntos nem sempre são aplicadas ao defunto pelo qual foram oferecidas, quer por que este já ascendeu a um lugar de luz, quer porque as suas faltas são expiadas por outra via. Estes santíssimos méritos não se perdem; pelo mistério da comunhão dos santos favorecem outras almas, talvez mais necessitadas.

Grandes privilégios

As benditas almas do purgatório são muito amadas por Deus; elas não gozam da visão beatífica, mas estão em vias de alcançar a felicidade eterna. Se tiverdes em conta os que se perdem e quão fácil é extraviar-se, chegar ao purgatório é uma graça que nem todos alcançam.

As almas nestes lugares ou etapas de purificação sofrem, mas com paz; conservam a esperança e mantêm a alegria, porque conhecem - pois lhe foi dada intelectivamente a conhecer - a sublime felicidade que as espera.

As benditas almas do purgatório gozam de muitos privilégios. Na Igreja triunfante celebram-se, com grande honra e glória, os mistérios da fé. Há dias muito importantes em que são comemorados a encarnação do Filho de Deus, o nascimento de Jesus, a sua Paixão e morte, e os santos que, com a sua entrega, contribuem para a obra redentora: São Joaquim, Santa Ana, São José, apóstolos, mártires e confessores da Igreja. Pois bem, nestas festas comemorativas sobem muitas almas do purgatório para os céus. Nas festividades da Imaculada, da Assumpção, do Natal e de outras celebrações marianas, a vossa Mãe desce ao purgatório e este fica quase vazio, não fosse o facto de nele entrarem constantemente novas almas.Estes privilégios são obra da misericórdia de Deus, que deseja a felicidade eterna para todos os seus filhos.

Além disso, todos deveis lembrar-vos das muitas graças que derivam da vossa oração e da recitação do Santo Rosário, "a grande corrente" [57] com a qual podeis, na terra, submeter Satanás, e com a a qual podeis ajudar as almas que sofrem no purgatório. Orai, pois, pelas benditas almas que lá se encontram e, ao mesmo tempo, confiai-vos à sua intercessão."

E Jesus através de Costanza Callegari: [58]

(Dirigindo-se a uma mulher, cujo filho faleceu)

"Mãe que sofres pela perda de teu filho, reza muito: ele precisa de orações e de missas; ele está num lugar de expiação, mas a Providência celeste o ajudará a passar para um lugar melhor. De qualquer forma a morte salvou-o de um perigo espiritual muito grave: por isso não se deve chorar, mas rezar porque, quando ele subir para a luz, poderá estar muito mais próximo da sua mamã. Uni-vos na oração pela sua alma, afim de que ela seja liberta o mais depressa possível.

Eu te abençoo, mãe tão atormentada; confia em minha Mãe, que é também a vossa Mãe do céu, ela que conhece a imensidade da dor das mães privadas dos seus filhos. Eu te abençoo, mãe, que deves saber enfrentar a dor e oferecer-me a tua mágoa."


Para um melhor enquadramento deste texto ver: "www.scholamariae.org"


[1V. Ap 21,27.

[2V. Jo 16,12.

[3Ex 34,6-7.

[4V. Ap 21,27.

[5Ap 20,10.

[6V. Mt 13,43.

[7V. Ez 28,14.12.

[81Cor 3,19.

[9Job 5,13.

[10V. 1Cor 1,17.

[11V. Sab 1,13.

[12V. Num 22,38; Sl 143,10.

[13V. Sl 37,6.

[14Sab 1,11.

[15Sab 1,12-14.

[16Sab 2,23-24.

[17Sab 1,16.

[18V. Sab 2,24; Rom 5,12.

[19V. Ez 28,14.12.

[20V. Sab 1,14.

[21V. Ef 4,24.

[22V. Sab 1,7.

[23V. Zac 12,10.

[24Is 53,2-7.

[25V. Gal 5,1; Rom 6,6.

[26V. Jo 12,32.

[27V. 1Jo 4,9; Jo 3,16.

[28V. Tg 1,15.

[29V. Sab 2,23

[30V. 1Jo 3,16; 4,9.

[31Jo 9,7.

[32V. Ap 3,18.

[33Mt 22,11-12.

[34V. Lc 9,29.

[35V. Tg 1,15.

[361Cor 3,13-15.

[37V. Zac13,9.

[38V. Lc 10,34.

[39V. Ez 33,14.16.

[40V. Zac 13,9.

[41V. Ap 21,27.

[42Sl 85,11.

[43V. Mal 3,3.

[44Zac 13,9.

[45V. Ap 7,14.

[46V. Ex 23,15.

[47V. 1Sam 16,7.

[48V. Is 51,4.

[491Tim 3,15.

[50V.Mal 2,13.

[51V. Zac 13,9.

[52V. Zac 13,9.

[53Ap 7,13-14.

[54V. Col 1,18.

[55V. Col 2,19.

[56Jo 16,13.

[57V. Ap 20,1-2.

[58L’Esprit Saint Soleil de vie, Editions du Parvis, 2004.

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