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Creio!...

Confissão de fé de 25 cientistas

Entre eles, seis prémios Nobel

quinta-feira 26 de Junho de 2014

O diálogo entre a Fé e ciência não é impossível. Há um campo comum que pode ser alargado. As recentes pesquisas realizadas pela Organização Europeia para Pesquisa Nuclear no sentido da descoberta da denominada "Partícula de Deus" são um exemplo disso mesmo. Desde muito cedo, ao longo dos tempos, muitos cientistas testemunharam a sua fé em Deus.Eis alguns desses testemunhos:

Johannes Kepler (1571-1630), um dos maiores astrónomos:

“Deus é grande, grande é o seu poder e infinita a sua sabedoria. Louvai-o, céu e terra, sol, lua e as estrelas com sua própria linguagem. Meu Senhor e meu Criador! A magnificência de tuas obras que eu quero anunciar aos homens na medida em que a minha inteligência limitada possa compreender."

Copérnico (1473- 1543), fundador da mundovisão moderna:

“Quem vive em estreito contato com a ordem, mais realizado é, e a sabedoria divina faz-nos sentir mais estimulados para as aspirações mais sublimes. Quem não adora o arquiteto de
todas estas coisas?"

Newton (1643- 1727), fundador da física teórica clássica:

“O que sabemos é uma gota, o que ignoramos é um vasto oceano. O arranjo maravilhoso e a harmonia do universo não poderiam senão sair de um ser onisciente e onipotente.”

Linneo (1707- 1778) fundador da botânica sistemática:

“Eu vi passar perto de mimo Deus eterno, infinito, onisciente e onipotente e eu prostrei-me de joelhos em adoração.”

Volta (1745- 1827), descobriu as noções básicas da eletricidade:

“Eu confesso a minha fé santa, católica, apostólica,romana. Agradeço a Deus que me deu esta fé e tenho toda a intenção de viver e morrer nela.”

Ampere (1775- 1836), descobriu a lei fundamental da corrente elétrica:

“Quão grande é Deus,e quão pequena é a nossa ciência que parece uma nano-pequenez!”

Cauchy (1789- 1857) insigne matemático:

“Eu sou cristão, ou seja, acredito na divindade de Cristo, como todos os grandes astrônomos e todos os grandes matemáticos do passado.”

Gauss (1777- 1855), um dos maiores matemáticos e cientistas alemães:

“Finalmente, quando chegar a nossa última hora, será grande e inefável a nossa alegria ao vermos que em todo o nosso trabalho,apenas vislumbramos a infinitude do Criador.”

Liebig (1803- 1873), célebre químico:

“A grandeza e sabedoria infinita do Criador só se irão realmente revelar a quem fizer esforços para tirar as suas ideias do grande livro da natureza.”

Robert Mayer (1814- 1878), cientista naturalista (Lei da conservação da energia):

“Acabo a minha vida com a convicção que brota do fundo do meu coração: a verdadeira ciência e a verdadeira filosofia não podem ser outra coisa senão uma propedêutica da religião cristã.”

Secchi (1803- 1895), célebre astrônomo:

“Ao olhar para o céu chego a Deus num ápice.”

Darwin (1809- 1882), Teoria da evolução:

“Eu nunca neguei a existência de Deus. Acho que a teoria da evolução é perfeitamente compatível com a crença em Deus. O argumento máximo da existência de Deus parece-me que é a impossibilidade de demonstrar e compreender a imensidão do universo, sublime em todas as medidas, e que os homens tenham sido fruto do acaso.”

Edison (1847- 1931) , o inventor mais fecundo, 1200 patentes:

"O meu maior respeito e minha máxima admiração vai para todos os engenheiros, especialmente o maior de todos: Deus”.

C.L. Schleich (1859- 1922), célebre cirurgião:

"Eu me tornei crente à minha maneira, pelo microscópio e a observação da natureza, e quero, na medida em que estiver ao meu alcance, contribuir para a plena concórdia entre a ciência e a religião."

Marconi (1874- 1937), inventor da telegrafia sem fios, Prêmio Nobel 1909:

"Declaro com orgulho: sou crente. Acredito no poder da oração, não só como católico, mas também como cientista."

Millikan (1868- 1953), grande físico americano, Pr:emio Nobel 1923:

"Posso garantir, com toda decisão, que a negação da fé carece de toda base científica. A meu ver, jamais se encontrará uma verdadeira contradição entre a fé e a ciência."

Eddingtong (1882- 1946), célebre astrónomo inglês:

"Nenhum dos inventores do ateísmo foi naturalista. Todos eles foram filósofos muito medíocres."

Fonte: Aleteia.org


É claro que a estes se poderiam contrapor outros em sentido contrário, isto é, outros testemunhos de não crentes. Aquilo que os pode distinguir são as razões da fé ou da sua falta. Trata-se de uma questão de honestidade intelectual. Não creio, ou deixo de crer, por que sim. São razoáveis as razões da fé? Qual a base da minha descrença? Qual o valor do "conhecimento do coração". Aceito ou não que o coração tem razões que a razão não conhece? Que o Espírito Santo ilumine todos os que têm sede do conhecimento bom e verdadeiro.

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